O Começo da Fotografia no Brasil

12 06 2008

 

A fotografia apresenta uma particularidade interessante, sua descoberta se deu em diversos locais em um intervalo relativamente parecido de tempo. No Brasil, há fortes indícios de que essa descoberta tenha sido realizada por Antoine Hercule Romuald Florence, um francês radicado no Brasil desde a sua adolescência. Há registros sobre experimentos fotoquímicos de Florence desde 1933, nessa época ele já “imprimia” em papeis sensibilizados com sais de prata e cloreto de ouro, pela ação da Luz solar, exemplares de diplomas maçônicos e rótulos para farmácias, tudo isto sete anos antes de Louis Jacques Mandé Darguerre revelar os seus experimentos sobre fotografia.

A obra de Florance permaneceu escondida cerca de 140 anos até o momento em que foi possível comprovar as suas realizações precursoras.

A maioria dos retratistas no Brasil entre 1940-49 (quando o daguerreótipo chegou por aqui) eram europeus entre eles, que eram cerca de 30 em atividade, existiam alguns anônimos, mas que dificilmente seriam brasileiros.

O imperador D. Pedro II era aficionado pela técnica da daguerreotipia, D. Pedro II entrou para a história da fotografia brasileira por ser um dos pioneiros no país a fotografar paisagens brasileiras, principalmente as do Rio de Janeiro, fornecendo hoje registros importantes de como era o Brasil no séc. XIX.

 





PROFUNDIDADE DE CAMPO

12 06 2008

O diafragma controla a Profundidade de campo que é a zona de nitidez de uma fotografia tomada entre dois pontos, um mais próximo da câmara e o outro mais afastado.
A Profundidade de campo é dada pela:

- Distância do assunto
- Número f usado
- Distância focal da objetiva aumenta mais para trás do que para frente do assunto focalizado.
- QUANTO MAIOR FOR A ABERTURA (2, 3.5) MENOR SERÁ A P. C.
- QUANTO MENOR FOR A ABERTURA (16, 22)
à MAIOR SERÁ A P. C.





ABERTURA E EXPOSIÇÃO

5 06 2008

Para se registrar uma boa fotografia, um determinado filme fotográfico, exige uma quantidade bastante exata de luz.

O dispositivo que controla essa quantidade de luz exata chama-se diafragma. Cada abertura do diafragma é calibrada em “números-f” ou pontos. Esses números em geral obedecem a uma seqüência padrão; 1.2 ; 1.4; 2 ; 2.8 ; 3,5 ; 4 ; 5,6 ; 8 ; 11 ; 16 e 22

* Quanto maior o número menor à abertura.

*Quanto menor o número menorà maior abertura
DE 1.2 À 4 à ABERTURAS GRANDES/ POUCA LUZ
DE 5,6 À 8 à ABERTURAS MÉDIAS/ LUZ IDEAL
DE 11 À 22 à ABERTURAS PEQUENAS/ MUITA LUZ

 

A passagem de um número “f” para o outro ponto obedece a seguinte indicação:

A luminosidade foi duplicada ou reduzida pela metade ex:

ABERTURA 2 É O DOBRO DA 3.5
ABERTURA 8 É METADE DA 5.6





CÂMERAS COMPACTAS

29 05 2008

As câmeras compactas são aquelas que possuem visor direto, quase sempre totalmente automáticas e podem variar em seus modelos, como compactas simples ou avançadas. Os variados modelos possuem equipamentos como lente zoom, janela auto-foco, carcaças de plásticos leves e versáteis.

- A maior vantagem está na facilidade de se fotografar e no preço dessas máquinas.

- A maior desvantagem está na falta de possibilidades de obtermos fotografias criativas e na questão do erro de PARALAXE.

 

PARALAXE

O ponto de vista do visor de uma máquina deste tipo não é exatamente igual ao da objetiva. Está dela geralmente afastado cerca de 2 a 3 cm e colocado de modo a apanhar a mesma parte que a objetiva abarca de um motivo distante. Porém, quando se aproxima do motivo, em conseqüência do deslocamento dos dois pontos de vista, no visor vê-se mais da parte de cima e menos da de baixo, do que na fotografia (em cima). Quanto mais perto o motivo estiver, maior é o erro de PARALAXE.





MÁQUINAS REFLEX

29 05 2008

As máquinas fotográficas do tipo SLR (single-lens-reflex) ou reflex de lente única, são muito comuns. Têm a vantagem de a imagem formada pela lente da câmera ser mostrada no visor. Dessa forma, o operador vê o quadro que aparecerá na fotografia. Os raios de luz produzidos pela cena passam através da lente e são refletidos por um espelho na direção de um prisma. Lá, são novamente refletidos, de maneira a passar pela abertura do visor. Quando o botão é acionado, o espelho se ergue, o obturador funciona e a luz chega ao filme. Neste instante ocorre o registro da imagem: a FOTOGRAFIA.








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